Como funcionam os detectores de fumaça e por que são tão importantes

Detecção de fumaça precisa ser considerada algo primordial na prevenção contra incêndios e saber como um detector funciona e o perigo que sua ausência pode causar são informações essenciais

 

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Em um incêndio, embora o fogo pareça ser o mais ameaçador e perigoso, ao que se deve dar mais atenção é a fumaça, o foco da preocupação na hora de se prevenir. Formada por uma mistura complexa de gases, sólidos em suspensão e vapores, a fumaça nasce quando materiais sofrem combustão ou um processo chamado pirólise, que nada mais é do que a decomposição decorrente de calor.

Os efeitos da fumaça nas vítimas de incêndio, esteja ele na fase inicial ou não, são variados. Desorientação e medo estão entre eles, além de lacrimejamento e irritação nos olhos, vômito e tosse, intoxicação e asfixia. As pessoas em contato com fumaça também apresentam respiração e batimentos cardíacos acelerados.

Detectores de fumaça

E justamente por essa lista de perigos, que não se resumem a esses, na hora de prevenir incêndios a detecção de fumaça é importantíssima para que se evite acidentes e incidentes. Os edifícios precisam contar com sistemas de prevenção de incêndios que visem a segurança das pessoas desde a concepção da engenharia do local.

Para isso, a instalação de sistemas de alarmes, de detecção de gases e fumaça é imprescindível. Os detectores de fumaça, por exemplo, são fundamentais para otimização e automação de edifícios e fábricas quando o assunto é segurança. Mas você sabe como funciona um detector de fumaça?

Como funcionam e as diferenças entre eles

Existem hoje diferentes tipos de detectores, os mais comuns são os fotoelétricos e os iônicos. O primeiro tipo recebe esse nome porque transforma luz em pulsos elétricos.

Quando a fumaça não está presente, a luz se mantem em linha reta, o que faz com que o alarme continue desligado. Assim que ela surge e penetra no equipamento, o feixe de luz se desvia em 90º, chega ao sensor e faz o alarme disparar.

Já no detector de fumaça iônico uma fonte elétrica se conecta a uma câmara de ionização. Nela há o elemento amerício-241, que emite uma radiação bastante baixa e nada perigosa para as pessoas.

Nas duas extremidades da câmara há placas de metal que recebem energia continuamente. Assim que a fumaça entra nesse espaço, a corrente elétrica é interrompida e faz com o alarme soe.

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