Saiba como funcionam os principais sensores para detecção de gás

Eles são os mais utilizados em sistemas de segurança e proteção para refinarias de óleo e gás, plantas petroquímicas, gás e utilidades

 

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Os detectores de gás são essenciais para garantir a segurança das operações da empresa e, acima de tudo, a saúde dos colaboradores. Por isso, é importante saber os princípios por trás desses instrumentos para, assim, escolher o ideal para o seu ambiente. Conheça agora como funcionam os dispositivos mais utilizados de medição de gás:
Sensores catalíticos
Esses dispositivos são construídos de uma bobina de fio de platina aquecido eletricamente. Primeiro, o aparelho é coberto com uma base de cerâmica e, depois, ganha um revestimento final do catalisador de paládio ou ródio disperso em substrato de tória. O elemento principal da estrutura é um pequeno sensor chamado de pérola, pellistor ou siegistor.  Quando um gás combustível se mistura ao ar sobre a superfície do elemento catalítico quente, acontece uma combustão. O calor emitido aumenta a temperatura da pérola, que altera a resistência da bobina. Essa alteração faz com que o sensor catalítico emita um sinal, que será interpretado por um dispositivo digital ou amplificado, para que um conversor analógico/digital faça a leitura. Para atender aos requisitos de segurança, esses dispositivos são montados numa carcaça metálica resistente, protegida por uma tela metálica.
Sensores semicondutores
Como o nome já diz, esses aparelhos são fabricados a partir de materiais semicondutores e operam através da absorção de gás na superfície aquecida de um filme de óxido de metal fino. Essa peça fica em cima de uma fatia de silício. Quando absorvido, o gás causa uma oxidação catalítica, altera a resistência elétrica do óxido e aponta a mudança de concentração de gás na atmosfera. São simples e oferecem excelente resposta, mesmo com concentrações baixíssimas. Os sensores semicondutores precisam de checagem e calibração frequentes para funcionar em alta qualidade sempre.
Sensores infravermelhos

Os gases possuem espectros de absorção de radiação infravermelha diferentes. Com base nesse princípio, foram desenvolvidos esses aparelhos, que utilizam um emissor infravermelho e um sensor infravermelho com filtros ópticos. Então, o gás monitorado flui dentro de uma câmara, que conta com uma fonte de radiação infravermelha. Outros dois sensores são instalados: um serve de referência e o outro é o sensor propriamente dito. O sinal de alerta vem da diferença entre o sinal desses dois elementos, que devem estar sintonizados para comprimentos de onda diferentes.
Sensores eletroquímicos
Estes dispositivos se parecem com pequenas células movidas a combustível. Dois eletrodos são separados por um eletrólito: um é o de polarização e o outro, o sensor. Todo o conjunto é fechado por um invólucro plástico poroso, que permite que o gás externo entre e faça contato com o eletrodo sensor. Então, uma reação química de oxidação ou redução acontece, resultando numa tensão elétrica entre os terminais. Para que esse processo ocorra, é preciso que exista oxigênio na atmosfera do aparelho, que pode entrar com o próprio gás detectado ou por difusão pelos lados do sensor.

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